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Design thinking: como aplicar esta ferramenta em seu laboratório?


Olá, seja bem vindo (a)!

Você já ouviu falar em Design thinking? Se ainda não ouviu falar nada sobre esse assunto ou se já ouviu, mas ainda rola dúvidas, quero te apresentar um pouco de como esta ferramenta pode te auxiliar no seu dia a dia.


Tem sido uma das ferramentas mais inovadoras do momento na área de gestão de processos e as pesquisas apontam excelentes resultados com sua aplicabilidade.


Design thinking é uma abordagem que busca a solução de problemas de forma coletiva e colaborativa, em uma perspectiva de empatia máxima com seus stakeholders (interessados): as pessoas são colocadas no centro de desenvolvimento do produto – não somente o consumidor final, mas todos os envolvidos na ideia (trabalhos em equipes multidisciplinares são comuns nesse conceito).


Nos meus atendimentos como consultora da qualidade 60% aproximadamente das organizações atendidas pela minha Consultoria reclamam da falta de participação dos colaboradores nos processos da empresa de forma ENGAJADA. Pode parecer irrelevante, mas não é uma missão tão fácil ter colaboradores engajados no processo da maneira que projetamos mas é possível melhorarmos esta condicionante através de vários processos para que possamos extrair o melhor.


Quando penso nisso, lembro sempre do Design thinking que faz um mapeamento maravilhoso em torno de qualquer melhoria de processo da qualidade. Não é apenas para grandes negócios mas sim para qualquer empresa que tem vontade de se desenvolver e melhorar sua performance no mercado.


Design Thinking é uma abordagem de pensamento criativo. Com a ferramenta, é possível gerar e organizar ideias, assim como soluções para os problemas enfrentados pela empresa.



As etapas do Design Thinking consiste:


1. Criar empatia ou compreender


Entender quais são as necessidades das pessoas envolvidas no problema (consumidores, funcionários etc), do que precisam, do que gostam, o que querem.


2. Definir


A partir daquela pesquisa, delimitar qual é o problema, o que precisa ser resolvido ou criado.


3. Idear


É a fase de brainstorm, em que as ideias e sugestões devem fluir sem censura, sem medo de errar.


4. Prototipar


Escolher uma ou algumas ideias (aqui é que costumam entrar os post-its, que ajudam o grupo a organizar e selecionar as ideias mais recorrentes ou mais interessantes) e criar protótipos. Pode ser um desenho, uma maquete feita com caixas velhas e fita crepe, algo que simule o produto final.


5. Testar


Agora é hora de experimentar os protótipos e escolher o que faça mais sentido.



"Vale a pena investir em novas ferramentas de inovação de processo. O laboratório clínico que não opta em experimentar desses novos modelos corre risco de sobrevivência no Mercado".


Dra. Nadine Cunha Costa


 
 
 

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